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27/02/2009

Dicas para escrever em sites de notícias

Paul Bradshaw, do Online Journalism Blog, publicou dia 24 de fevereiro um slideshow com dicas básicas de redação para sites de notícias online.

Entre os conselhos, o professor da Birmingham City University indica que os títulos devem ser literais, a idéia completada logo na linha fina e a notícia em si alocada nos dois primeiros parágrafos.

Em torno da notícia, deve-se pensar em redes wikis, chats ao vivo, webcasts, quiz, enquetes, vídeos de usuários, fóruns, mashups (fusão de vários recursos da web formando um novo) entre outras formas além do texto.

Bradshaw também sugere que os jornalistas tenham consciência de que os usuários não são mais simples audiência, mas sim co-criadores das notícias. Por isso, se faz necessária uma intenção de fazer com que eles participem.


Writing/production for the web - BASIC principles
View more presentations from Paul Bradshaw. (tags: bcu conversation)


O slideshow faz parte de uma das várias séries que Bradshaw publica em seu site. Nesta, as apresentações tecem recomendações para diversas formas de publicação na web, como blogs, twitters e RSS.


Leia mais em:

Writing/producing for the web: BASIC principles of online journalism (Online journalism lesson #3)

Online journalism lesson 2: blogging

Twitter for beginners (slideshow)

16/02/2009

NYT lança interface que tenta reproduzir experiência do jornal impresso


O site do “The New York Times” lançou em fevereiro uma interface alternativa para visualizar o site e ler pequenos resumos das notícias. 

 

Andre Behrens, em texto publicado no dia 13 apresentando a interface experimental, diz que o projeto se inspira em parte na experiência de leitura do "The New York Times" de domingo, um calhamaço de atrações que são folheadas no final de semana. Behrens se refere à interface como um article skimmer.

 

Skimming é um modo de leitura rápida de textos - cerca de três a quatro vezes mais rápida que a leitura comum - e busca identificar as idéias importantes, especialmente quando se tem muitos artigos para ler, pouco tempo e se quer saber numa rápida visada se o artigo vale a pena. Skimming se diferencia do scanning (escanear, já dicionarizada em português). Scanning é a leitura que busca marcos no texto: nomes, datas, palavras-chaves, intertítulos. Em geral é a leitura que se tem quando já se sabe o que quer encontrar. É como uma busca.

 


O conteúdo do "The New York Times" é separado por editorias e disposto numa única tela para cada editoria. As telas são divididas em grades. De acordo com a navegação feita pela equipe de Qualidade de Conteúdo, o número de colunas e linhas varia de quatro a cinco, dependendo do browser e da definição de tela do computador do usuário. O texto de Behrens adverte que não é possível navegar na interface em Internet Explorer 6.0.

 

Em cada editoria, há uma manchete principal, em duas colunas, com título e texto em corpo maior que as demais chamadas da página, e as outras dispostas no restante dos blocos. Cada bloco tem título de duas a quatro linhas e um resumo do texto de quatro a dez linhas. Alguns blocos são ilustrados com fotos ou imagens.

 

As editorias podem ser acessadas via menu, situado na lateral esquerda da página, ou por comandos simples - seta para baixo rola a tela para a editoria seguinte, por exemplo.


Leia mais em:

 

Sunday Browsing

04/02/2009

Site do The New York Times pode voltar a cobrar acesso


O "The New York Times " discute a possibilidade de voltar a cobrar acesso ao conteúdo do site do jornal , informa reportagem da Folha Online de 4 de fevereiro.

Segundo a Bloomberg, citada pela Folha Online, Bill Keller, editor executivo do NYT, afirma que informações de qualidade, apuradas, organizadas e explicadas exigem pagamento.

Assinaturas para acesso irrestrito, pagamento por clique e venda de conteúdos para plataformas móveis de leitura estão entre as opções de cobrança estudadas.


Leia mais em:

"New York Times" pode voltar a cobrar por acesso a notícias na internet

 

Quer fazer uma pergunta para os editores do The New York Times?


O site do "The New York Times" mantém uma seção chamada "Fale com a Redação" (Talk to the Newsroom, em inglês). De tempos em tempos algum editor do jornal é recrutado para responder perguntas dos leitores.

O nome da vez é Bill Keller, editor executivo que responde a perguntas até o dia 6 de fevereiro.

Um breve currículo publicado pelo jornal: "Antes de tornar-se editor executivo em julho de 2003, Sr. Keller foi um colunista de opinião e redator sênior para a revista do "The New York Times", assim como de outras áreas do jornal desde setembro de 2001. Ele foi editor de 1997 a setembro de 2001 depois de ser editor de Internacional de junho de 1995 a 1997. Ele era diretor do escritório do "The Times" em Joanesburgo de abril de 1992 a maio de 1995.”

As perguntas (em inglês) podem ser enviadas para askthetimes@nytimes.com. As perguntas já respondidas estão no link abaixo.


Leia mais em:

Talk to the Newsroom: Executive Editor

Talk to the Newsroom: Q. and A. With Times Staff Members

 

03/02/2009

Circulação de jornais impressos no Brasil cresceu 5% em 2008

 

Os diários registraram 5% de aumento na circulação em 2008 no Brasil.

Segundo reportagem da Folha de S. Paulo, os índices foram puxados pelos jornais populares e regionais. "Isso parece refletir o desenvolvimento econômico do país em 2008", afirmou à reportagem Murilo Bussab, diretor de Circulação da Folha.

Bussab acredita que o ritmo de crescimento deve diminuir em 2009.

Nos Estados Unidos, a circulação de jornais impressos caiu 4,6% no último semestre abril-setembro, em comparação com o mesmo período de 2007, de acordo com o Audit Bureau of Circulations.

Só o "The New York Times" viu seus lucros caírem 47,8% no último trimestre de 2008 em relação ao mesmo período de 2007.

A internet passou os jornais impressos como principal fonte de informação nos Estados Unidos, segundo a Pew Research Center: 40% dos norte-americanos coletam informações principalmente da iInternet. Em setembro de 2007 esse índice era de 24%. Os jornais tinham 34% e hoje têm 35%.

Mundo tem cerca de 1,2 bilhão de computadores; dezembro registra mais de 1 bilhão de acessos únicos na internet

 

No mundo existem 1,2 bilhão de computadores, segundo reportagem do IDG Now publicada  em 28 de janeiro. Os Estados Unidos respondem por 22% deles (264,1 milhões). Em seguida está a China, com 8% (98,6 milhões). O Brasil é o décimo colocado (33,3 milhões), segundo os dados da pesquisa, realizada na primeira quinzena de janeiro.

Nos Estados Unidos, 86% das pessoas possuem um desktop ou laptop em casa, segundo dados da Computer Industry Almanac.


Computadores online

Em dezembro, pela primeira vez, mais de 1 bilhão de internautas acessaram a web, informou a Comscore.

A empresa conta os acessos de pessoas com 15 anos ou mais, do mundo todo, de casa ou do trabalho. Para isso ela conta com o auxílio da ferramenta World Metrix.

O Brasil foi o nono país em audiência, com cerca de 27,7 milhões de visitantes únicos.

Segundo a empresa, a região da Ásia e Pacífico foi responsável pela maior parte desses internautas (41,3%). Em seguida estão a Europa (28%), América do Norte (18,4%), América Latina (7,4%) e Oriente Médio e África (4,8%).

Os sites do Google foram acessados por 77% dessa audiência, figurando em primeiro lugar. Em seguida vieram os sites da Microsoft (64,4%), da Yahoo! (55,8%), da AOL (27,1%) e da Wikimedia Foundation (27,1%), que coordena diversos sites baseados no modelo Wiki, como o Wikipedia.

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