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21/08/2008

Uso de banda larga cresceu 48,3% entre junho de 2007 e junho de 2008

 

Reportagem publicada pela Folha Online nesta quarta-feira, 20 de agosto, aponta que o uso de banda larga cresceu 48,3% em 1 ano. Em junho passado, país somou 10,04 milhões de conexões fixas ou móveis, um crescimento de 19,5% sobre o trimestre anterior, segundo o jornal Folha de S.Paulo.


Leia mais em:

 

Brasil tem mais de 10 milhões de conexões em banda larga, diz pesquisa


Uso de banda larga cresce 48% em 1 ano (acesso restrito a assinantes da Folha e do UOL)

Universalizar banda larga custará R$ 2,4 bi

 

Concorrência deve reduzir preço do serviço  

Banda larga móvel cresce quase 5 vezes em um ano


No Brasil, o setor de banda larga móvel para desktops e notebooks cresceu 464% de junho de 2007 a junho de 2008, segundo reportagem do site IDG Now. Atualmente, há 1,3 milhão de conexões e espera-se que mais 1 milhão sejam criadas até o final do ano. 


Leia mais em: 

Banda larga móvel deve ganhar 1 milhão de conexões até o final de 2008

19/08/2008

Vídeos profissionais são os preferidos dos internautas norte-americanos, aponta pesquisa


Os vídeos profissionais têm a preferência dos internautas, segundo pesquisa do Pew Research Center feita nos meses de fevereiro e março de 2007, nos Estados Unidos, e divulgada neste mês de agosto. De acordo com o levantamento, 62% dos que assistem a vídeos online preferem esse tipo de vídeo, contra 19% que gostam mais dos feitos por amadores. 

Mas há um nicho no qual existe maior equilíbrio: o de homens entre 18 e 29 anos – um dos mais visados pelos publicitários. Os vídeos amadores têm a preferência de 34%, contra 43% dos vídeos profissionais. 

Esse grupo, somado ao de mulheres da mesma idade, tem outras peculiaridades. Por exemplo, é a única faixa etária adulta na qual há mais gente assistindo vídeos de humor (56%) que de notícias (43%). 

São eles também os que mais participam ativamente na circulação de vídeos online, seja fazendo comentários, dando notas ou postando conteúdo. Cerca de 15% deles já disponibilizaram algum vídeo online (contra 8% no geral). 

Números relativamente baixos para um universo no qual 57% dos internautas já baixaram ou assistiram a vídeos na internet (o número salta para 74% entre usuários de banda larga). 


Outros dados da pesquisa

=> 57% dos que assistem a vídeos na internet compartilham os links dos vídeos
=> 75% dos que assistem a vídeos na internet já receberam links de vídeos de outras pessoas
=> 37% dos adultos que usam internet assistem ou baixam vídeos de notícias
=> 31% dizem que assistem ou baixam vídeos de humor
=> 22% dizem que assistem ou baixam vídeos de música
=> 22% dizem que assistem ou baixam vídeos educacionais
=> 19% dizem que assistem ou baixam animações ou quadrinhos
=> 16% dizem que assistem ou baixam filmes ou programas de TV
=> 15% dizem que assistem ou baixam vídeos de política
=> 14% dizem que assistem ou baixam vídeos de esportes
=> 13% dizem que assistem ou baixam comerciais ou anúncios publicitários
=> 6% dizem que assistem ou baixam vídeos adultos

Mercado publicitário ainda quer descobrir em que formato de vídeo online investir


Há seis meses, o instituto de pesquisas eMarketer projetou investimentos publicitários em vídeos online na ordem de US$ 1,4 bilhão para 2008. Agora, essa projeção caiu para US$ 505 milhões. 

O principal motivo do ajuste, segundo o instituto, foi a mudança de metodologia adotada nas avaliações. Ainda assim, a projeção atual representa 55,9% mais investimentos que em 2007 nos Estados Unidos.

O mercado está em expansão. E estará até, pelo menos, 2012, quando deve haver 190 milhões de expectadores só nos Estados Unidos e 3,4 bilhões de dólares investidos em publicidade, de acordo com a análise do eMarketer.

Mesmo num cenário promissor, a relutância dos anunciantes em investir pesado nesse tipo de mídia faz com que os valores projetados para 2008 correspondam a apenas 2% de todos os gastos com publicidade online previstos para o ano naquele país.

O problema que impede um maior investimento no setor ainda permanece sem solução. “Descobrir os melhores tipos de conteúdo aos quais vincular um anúncio é a grande questão. São os vídeos curtos ou os longos? São os vídeos profissionais ou podem os vídeos criados por usuários tornarem-se um porto seguro para as marcas?”, pergunta o analista sênior do eMarketer, David Hallerman.

“Entretanto, com as companhias de mídia mudando seus modelos de negócios, disponibilizando online mais e mais vídeos criados profissionalmente, a audiência e os anúncios relacionados vão crescer fortemente”, complementou em entrevista ao site Mediaweek, em 14 de agosto último.

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