Está no ar o buscador
Cuil (pronuncia-se "Cool"), criado por antigos funcionários do Google. Segundo os criadores da nova ferramenta, lançada nesta semana, o Cuil é capaz de indexar mais páginas que o Google e vai além das técnicas dominantes de busca: em vez de se basear em links e tráfego de audiência, a ferramenta analisa o contexto de cada busca.
O co-fundador e presidente-executivo da empresa Cuil diz que a ferramenta é capaz de indexar "parte muito maior da internet", segundo publicado em comunicado e reproduzido em
texto da agência Reuters. O analista de buscas Danny Sullivan afirma que o Cuil pode investir e atuar melhor nas áreas em que o Google recebe mais críticas - uma queixa freqüente, por exemplo, é que os resultados do Google "favorecem" os sites mais populares.
Segundo
texto do IDG Now!, o Cuil já indexou cerca de 120 bilhões de páginas da web e, de acordo com seus fundadores, garante a privacidade dos usuários: "ao fazer uma busca no Cuil, nós não coletamos qualquer informação que permita a identificação do usuário [como endereço IP e cookies]", afirma o texto
"Your Privacy", na área "About us" do site.
O Cuil fornece resultados em blocos, acompanhados por uma caixa com categorias de resultados relacionadas ao tema da busca. O GigaBlog, blog da redação do UOL Tecnologia, preparou um post que descreve e analisa algumas das funcionalidades da nova ferramenta:
Veja as primeiras impressões do Cuil, o buscador que quer tomar o lugar do Google.